quinta-feira, 22 de março de 2012

Sondagens


 
Amigos e conhecidos (alguns bem conhecidos...) interrogam-me, algo perplexos, sobre o caráter algo errático das sondagens em torno das eleições presidenciais francesas. Umas contrariam as outras e as suas linhas tendenciais não são claras. Além disso, se tivermos em conta as margens técnicas de erro, então as coisas ficam ainda mais confusas.

Para quem quiser acompanhar, com algum rigor, essa estranha dança das sondagens, aqui deixo um precioso "link".

terça-feira, 20 de março de 2012

Arbitragens

Não faço parte de quantos acham que há por aí uma permanente conspiração no mundo da arbitragem. Nem de quantos, por regra, consideram que as derrotas (ou as vitórias) se devem essencialmente aos árbitros.

Mas há uma coisa que nunca entendi: por que razão um jogador, um treinador ou um dirigente não tem o direito, no final de um jogo, de considerar que a arbitragem foi "péssima" ou que o árbitro e os seus auxiliares foram, pura e simplesmente, "incompetentes"? Percebo que, sem probas, não devam acusá-los de "desonestos" ou "corruptos", mas nunca entendi por que diabo um ator do jogo não pode manifestar, abertamente, a sua livre opinião sobre o trabalho desenvolvido por uma equipa de arbitagem.

De tudo isto resulta a sensação de que o futebol é uma espécie de um Estado dentro do Estado... a que isto chegou.

FOTOGRAFIA DA JUSTIÇA

Um congresso histórico

Marinho Pinto - Publicado ontem no JN

 

O recente congresso do sindicato do Ministério Público, realizado num hotel de cinco estrelas de Vilamoura, no Algarve, mostra bem a degenerescência moral que atingiu esta magistratura ou, pelo menos, a sua fação hegemónica. Para realizar o sinédrio, os magistrados dirigentes sindicais não hesitaram em pedir dinheiro a várias empresas, incluindo bancos outrora indiciados de envolvimento em atividades ilícitas. Com efeito, o congresso contou com o «alto patrocínio» do Banco Espírito Santo e do Montepio, dois bancos envolvidos na célebre «Operação Furacão» - o primeiro diretamente e o segundo porque comprou um banco envolvido, o Finibanco. Além disso, o congresso teve também o «alto patrocínio» da companhia de seguros Império Bonança, bem como o patrocínio oficial da Caixa Geral de Depósitos e da Coimbra Editora e ainda o patrocínio do BPI e dos Cafés Delta, entre outros.

Os procuradores sindicalistas reuniram assim um vasto conjunto de apoios financeiros que lhes permitiram não só realizar o congresso mas sobretudo oferecer um luxuoso programa social para acompanhantes e congressistas que incluiu um cruzeiro pela costa algarvia, almoços e jantares em hotéis de cinco estrelas, passeios diversos e provas de produtos regionais e, por fim, dar as sobras dessa abastança a uma instituição privada sem fins lucrativos como é a Fundação António Aleixo. Eles não hesitaram em pedir dinheiro a entidades suspeitas de crimes económicos graves para agradar aos convidados entre os quais diretores de órgãos de informação que permanentemente violam o segredo de justiça. Como é possível pedir dinheiro para pagar um programa social principesco, manifestamente fora do alcance económico dos seus organizadores, concebido para aliciar colegas e convidados a participarem no evento?

A propósito destes patrocínios, Vital Moreira interrogava, recentemente, no seu blogue «Causa Nossa»: «Não restará nestes sindicalistas judiciais um mínimo de sentido deontológico sobre a incompatibilidade entre a sua função e o financiamento alheio dos seus eventos sindicais? Não se deram conta de que se amanhã um dos seus generosos financiadores deixar de ser investigado ou acusado de alguma infração penal que lhe seja assacada, tal pode lançar a dúvida sobre a sua isenção»?

Com que cara é que magistrados do MP vão pedir dinheiro a um banco envolvido na «Operação Furacão» e ainda suspeito de corromper políticos no caso do abate de sobreiros da Herdade da Vargem, em Benavente, e indiciado por ter feito desaparecer nas suas filiais internacionais o rasto de cerca de 30 milhões de euros, alegadamente pagos como comissões pela compra, pelo Estado português, de dois submarinos a um consórcio alemão?

Diz o artigo 373º n.oº 2 do Código Penal que comete o crime de corrupção passiva para ato lícito quem «por si, ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, sem que lhe seja devida, vantagem patrimonial ou não patrimonial de pessoa que perante ele tenha tido, tenha ou venha a ter qualquer pretensão dependente do exercício das suas funções públicas». Será que esta norma só não se aplica a magistrados? Será que nenhum dos patrocinadores teve no passado alguma pretensão dependente do exercício das funções dos magistrados do MP? Claro que sim. E houve até situações, no âmbito da «Operação Furacão», em que o procurador titular do processo defendeu teses mais favoráveis aos arguidos do que a do próprio juiz de instrução.

Sublinhe-se que o MP perseguiu criminalmente alguns médicos a quem acusou de terem solicitado e aceite patrocínios da indústria farmacêutica, alguns deles para poderem participar em congressos. Então os magistrados do MP podem fazer o mesmo sem quaisquer consequências?

Seja como for, os procuradores que estiveram no congresso, no mínimo, não deverão no futuro intervir em processos em que sejam partes quaisquer das empresas patrocinadoras do evento, pois tal constituirá «motivo, sério e grave, adequado a gerar desconfiança sobre a sua imparcialidade», nos termos dos artigos 43º n.oº 1 e 4 e 54, n.oº 1 do Código de Processo Penal.

Não há dúvidas de que este congresso vai ficar na história.

McDonalds e Carrefour pedem desculpas à China.

É um passo de gigante, ver estas empresas pedirem desculpa. Também só acontece por ser a China, pois em países como Portugal dificilmente, ou mesmo nunca, isso aconteceria.

“A McDonalds e a Carrefour pediram desculpas à China por terem violado algumas normas no tratamento de bens alimentares. Uma reportagem da estação pública de televisão, a CCTV , denunciou a cadeia de fast-food americana e a rede de hipermercados francesa por terem cometido irregularidades na venda de comida. Em causa estão bens fora do prazo e alimentos normais vendidos como se fossem produtos gourmet. "A partir de hoje, retificaremos as operações dos nossos restaurantes na China", disse a vice-presidente do McDonalds no país, Sophia Luan. Numa nota enviada à comunicação social, a Carrefour garantiu que ia tornar mais rígida a aplicação das regras de fiscalização interna. A CCTV acusava a McDonalds de vender os nuggets de frango 90 minutos depois de serem feitos, enquanto as regras da empresa obrigam a um limite máximo de 30 minutos. Já a empresa francesa alterou as datas de validade de alguns produtos e vendeu frangos comuns como se fossem um produto mais caro. A reportagem foi emitida no Dia do Consumidor”. Expresso.

Saúde: Parcerias Público privadas são um “roubo aos portugueses”

No final de uma visita à feira do queijo, em Oliveira do Hospital, Francisco Louçã congratulou as palavras de António Arnaut, que "foram tão sensatas e devem ser ouvidas pelo país inteiro". (ler notícia Arnaut: Governo sujeita SNS "à desumanidade da sua visão neoliberal e mercantil")
 

Ramos Horta


 
O presidente de Timor-Leste, José Ramos Horta, que se candidatava a um novo mandato, foi ontem eliminado, pelo voto popular, da segunda volta das eleições.

Conheci Ramos Horta em 1991, em Londres, apresentado (por quem havia de ser?) por Ana Gomes, desde sempre a "alma" da mobilização diplomática portuguesa em favor da autodeterminação timorense. José Ramos Horta era então o infatigável promotor internacional da causa timorense, tecendo uma importante rede de contactos - junto de diplomatas, de políticos, da imprensa e das ONG's - que foi essencial para manter acesa a chama da luta contra a Indonésia. Jovem ministro dos Negócios Estrangeiros do governo auto-proclamado pela Fretilin, em 1975, exilou-se desde então, voltando a assumir esse cargo no novo governo criado em 2002, sendo, tempos mais parte, nomeado primeiro-ministro e, depois, eleito presidente da nova República.

aqui contei como, em 1999, com o bispo Ximenes Belo e com José Ramos-Horta, conseguimos ajudar à condenação da Indonésia na Comissão dos Direitos Humanos, em Genebra, depois dos trágicos acontecimentos posteriores ao referendo em Timor-Leste e já depois do comité Nobel lhe ter atribuído, em Oslo, o prémio Nobel da paz. E também como, meses depois, fui testemunha, em Nova Iorque, do trabalho diplomático de Jorge Sampaio e de Ramos Horta, com vista a consolidar a mudança de atitude da administração Clinton face ao processo timorense, num almoço com Richard Holbrooke.

Tempos mais tarde, quando representei Portugal nas Nações Unidas, tive ocasião de, por várias vezes, falar com José Ramos Horta em Nova Iorque, com ele articulando, em estreita ligação com Sérgio Vieira de Melo, algumas iniciativas no âmbito da ONU, em especial com vista a manter a atenção da comunidade internacional para a necessidade de preservar a sua presença militar, num Timor-Leste ainda tocado por sérias ameaças à sua segurança. Voltei depois a encontrá-lo em Brasília, em 2008, num simpático almoço, a convite do presidente Lula, já na sua qualidade de presidente timorense.

José Ramos Horta é uma personalidade cuja ação não deixou de ser objeto de alguma controvérsia. Ao longo do complexo processo de luta internacional pela libertação de Timor, nem sempre as nossas posições táticas nacionais coincidiram, em absoluto, com as suas, não obstante o objetivo final da nossa comum atividade ter permanecido precisamente o mesmo. Parte dos seus amigos ficou também muito desapontada com o apoio público que, em 2003, concedeu à invasão angolo-americana do Iraque.

Mas, tudo somado, quero dizer que sempre tive uma grande admiração pela figura de José Ramos Horta, pelo seu perfil de patriota e pela coerência que, ao longo de décadas, sempre demonstrou, na perseverança numa luta que, desde muito cedo, empreendeu. A independência de Timor deve-lhe imenso e a diplomacia portuguesa é disso uma das melhores testemunhas. A sua serena saída de cena, no auge deste novo processo eleitoral, expressa a maturidade do processo democrático pelo qual Ramos Horta sempre lutou.

Aqui deixo um abraço amigo a José Ramos Horta.

Ao Cuidado Da Dupla Daniel Oliveira-Maria De Lurdes Rodrigues « A Educação do meu Umbigo

O número de alunos apresentado nos relatórios da Parque Escolar (PE) não corresponde ao número efectivo de estudantes nas 181 escolas secundárias que foram alvo de requalificação e modernização, no âmbito do programa criado em 2007 por José Sócrates. Só na zona da Grande Lisboa, onde se sabe que tem havido decréscimo de alunos devido a razões demográficas, as diferenças, nalguns casos, atingem 400 alunos a mais do que aqueles que existem na realidade…

preços do petróleo

No dia em que o preço do crude desceu, nos mercados internacionais, a Galp aumenta os preços!!!
WTI Petróleo Bruto desceu 0.17%, para 107,91 dolares.
Brent Petróleo Bruto desceu 0.15%, para 125,71 dolares.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Trabalhadores da Parque Expo indignados com salários da administração.

O secretário de Estado da presidência do Conselho de Ministros, Luís Marques Guedes, afirmou que as administrações das empresas Parque Expo, TAP, ANA, CTT e EMA (Empresa de Meios Aéreos) ficam de fora do limite salarial equivalente ao do primeiro-ministro, por estarem "em processo de privatização, de extinção ou liquidação". "Não compreendemos como é que uma administração, que tomou posse há uns meses e não fez nada, tem agora este prémio de produtividade", afirmou ao Expresso Nuno Marques, que preside à Comissão de Trabalhadores da empresa. O Expresso apurou que o salário bruto do presidente do conselho de administração da Parque Expo são 7449 euros, e o dos vogais 6585 euros (vezes 14 meses). A nova administração, nomeada em novembro, apresentou em janeiro um plano de reestruturação que inclui a alienação de património e o despedimento de 82 trabalhadores ainda este ano. Mas, até agora, nenhum dos activos foi alienado, nem os despedimentos processados por falta de verbas, segundo apurou o Expresso. Entretanto, o processo de reestruturação da empresa continua indefinido e os trabalhadores estão "impedidos" de se envolverem em novos projetos. Expresso.

Cônsul

Um cidadão português residente no Brasil, empresário sem anterior passado criminal conhecido, foi indigitado para cônsul honorário de Portugal, numa determinada cidade brasileira. Essa indigitação foi formalizada num despacho oficial, em Portugal. Porém, tal decisão só teria efeitos se e quando as autoridades brasileiras tivessem dado o seu assentimento (concessão do "exequatur") àquela nomeação, passo a partir do qual o referido cidadão poderia vir a exercer as suas funções. Instruído para apresentar às autoridades brasileiras o pedido de autorização, o embaixador português no Brasil entendeu, por razões que cabiam no âmbito das suas competências e que se comportavam no quadro do processo de conclusão da decisão interna portuguesa, suster a conclusão dessa diligência. Alguns meses depois, o referido cidadão foi detido pela polícia, sob pesadas acusações. Hoje, a imprensa anuncia que, na sequência desse processo, ele foi condenado a mais de 40 anos de prisão. Essa imprensa chama-lhe "ex-cônsul português no Brasil". É falso. Esse senhor nunca foi investido de tais funções. Sei do que falo: fui o embaixador que tomou a decisão de não dar sequência ao processo da sua nomeação.

Ministro mentiu aos “falsos recibos verdes”

 
O movimento Precários Inflexíveis afirma: "O diploma agora publicado prevê mais tempo de descontos para ter direito ao apoio e um valor menor de subsídio. Numa enorme teia de obrigações e restrições, os poucos trabalhadores a falsos recibos verdes que poderão vir a ter acesso ao subsídio terão de esperar mais um ano. É um insulto aos trabalhadores precários".

BPN: Inquérito parlamentar consegue unanimidade

"O povo português tem o direito de saber para o que tem estado a contribuir. Aquele buraco financeiro significa muitos sacrifícios para muitos portugueses", disse o líder parlamentar bloquista aos jornalistas no fim da reunião, lembrando os mais de cinco mil milhões de euros em que está estimado o buraco do banco para o bolso dos contribuintes.

A patologização do (des)emprego

Não é por si uma tendência nova enquanto tal, o exemplo do Nobel português Egas Moniz, para o efeito basta para relembrar que a história desta tendência se estende no tempo.

Angola: Media silenciados e opositores reprimidos

No dia 12, dois computadores foram apreendidos nos escritórios da Folha 8, uma das poucas publicações privadas críticas do governo. A polícia tinha ordem para investigar "crimes de ultraje contra o Estado". O fechamento do jornal e o interrogatório de seu editor, William Tonet, que também teve confiscada a bateria do seu telemóvel, aconteceram 48 horas depois que jovens angolanos tentaram realizar manifestações em Luanda e na cidade costeira de Benguela.

Ex-governante ia denunciar "desvio de 3500 milhões" em rendas ao sector elétrico

Para além dos 600 mil euros que representam a componente anual fixa do seu salário, Mexia poderá acumular mais 80% desse valor noutras remunerações variáveis propostas pela comissão de vencimentos da empresa. Por outro lado, o prémio plurianual será aumentado e Mexia poderá ganhar este ano, tal como aconteceu em 2009, uma verba a rondar os 3,1 milhões de euros.

Desratização

Os ratos abandonam o navio antes que ele se afunde...

                                                                           

MAIS UMA NEGOCIATA!!! GATUNOS

MAIS UMA NEGOCIATA!!!

Olá Amigos:
Estes politicos miseráveis, em quem os portugueses votam, só fazem disto!!!

TDT - A vergonha nacional... sabiam disto?


 


 

"TDT é um imposto disfarçado para ver televisão".
Ontem, num debate proposto pelo PCP sobre a TDT (Televisão Digital Terrestre) ficou provado, mais uma vez, que podíamos ter muitos mais canais gratuitos e não uns míseros 4 canais.

 

Esta operação foi um tremendo negócio para a PT.

Curiosidade: Alemanha tem 20 canais gratuitos; França tem 29 canais gratuitos; Espanha tem 20 canais gratuitos; Itália 27 tem canais gratuitos; Reino Unido tem 38 canais gratuitos.
O Governo podia ter incluído mais canais, mas não o fez para manter o negócio de alguns «tubarões»...
ESTAMOS A SER ROUBADOS. PARTILHEM!

 
Sabiam também que os aparelhos  descodificadores
 
foram distribuídos  gratuitamente nos 
 
outros países???

 

!!!

 

 

O descanso do leão.

DEPOIS DE TANTO ESFORÇO NO JOGO DE ONTEM, VOCÊS BEM MERECEM UM DESCANSO!!!!!

quinta-feira, 15 de março de 2012

FC Porto acusa presidente da Liga de mentir

Em entrevista na noite de quarta-feira à SIC Notícias, Mário Figueiredo abordou o tema da negociação dos direitos de transmissão televisiva e apontou o dedo aos clubes grandes, nomeadamente ao FC Porto. "Devia ser proibido que o detentor dos direitos televisivos tenha percentagens em clubes de futebol, como acontece com o FC Porto e com a SAD, e depois nomeie membros para o Conselho de Administração. Pode haver a ideia, que eu penso na realidade que pode estar a acontecer, esses clubes serem beneficiados quando se trata da divisão desse bolo"…PUBLICO.

Auditoria ao IDP revela 5,3 milhões de euros de dívidas por liquidar.

A auditoria às facturas por liquidar encontradas no Instituto do Desporto de Portugal (ex-IDP e actual Instituto do Desporto e Juventude de Portugal) e denunciadas em Agosto do ano passado por Miguel Relvas, na Assembleia da República, concluiu que os ex-responsáveis deste organismo assumiram encargos “não pagos” e não contabilizados, no valor de 5,3 milhões de euros. No relatório final, a que o PÚBLICO teve acesso, são confirmados os indícios de “violação das normas de execução orçamental”, que podem levar à responsabilização civil e/ou criminal de Luís Sardinha, ex-presidente do instituto público. O caso das “687 facturas” encontradas numa “sala fechada” do IDP e não pagas ganhou dimensão pública a 23 de Agosto de 2011, quando o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares surpreendeu a Comissão Parlamentar da Educação, Ciência e Cultura, da Assembleia da República, exibindo vários dossiers nos quais garantiu estarem guardados os comprovativos de despesas efectuadas e não contabilizadas, no valor total de 6,7 milhões de euros. O caso motivou um inquérito interno e uma auditoria contabilístico-financeira e os novos responsáveis pelo antigo IDP prometeram divulgar publicamente as conclusões… PUBLICO